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Bolo Fluffy de banana 100% integral!!!

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Vocês devem estar se perguntando, o porque o fluffly no bolo!

A ideia de chamar ele de fluffy veio de tentar fazer um bolo integral que fosse mais macio do que os convencionais.

Não que eu tenha inventado a roda, afinal fazer bolo de banana está longe de ser inventado nos dias de hoje.

O cerne primal de fazer o bolo também é chamar a atenção de vocês para fazer mais preparações integrais. Mas não basta colocar farinha de trigo integral no bolo e sorrir para o universo!!! Tem que entrar no X do integral…

É usar todos as matérias primas em seu moto integral na sua integralidade!!!

Culturalmente tiramos as cascas de muitos alimentos que eles poderiam ir necessariamente com a casca que iriam ficam tão gostosos quanto!

Mas vamos a receita!!!

Ingredientes:

  • 400 g de farinha de trigo integral
  • 200 a 250g de açúcar mascavo ou demerara
  • 3 ovos
  • 40ml de azeite
  • 3 a 4 bananas com casca
  • 20g de fermento químico (2 colheres de sopa cheias)
  • 1 colher de café de sal

Preparo:

Separar as gemas das claras. Bater as claras até em ponto de claras em neve e reservar.2015-05-16 17.50.50

Em uma batedeira, colocar todos os ingredientes menos as claras em neve e a banana.

Bater tudo até ficar uma massa homogênea.

Cortar as bananas em rodelas com casca e tudo (usar uma boa faca de serra ou então uma faca afiada para isso, mas atenção: lave muito bem as bananas antes. deixando-as de molho em solução hipoclorito e depois lavar muito bem com uma esponja macia e sabão, afinal você estará comendo a casca da fruta)

adicionar a mistura na batedeira e bater bem. Tome cuidado para não desmanchar todas as bananas deixando a massa com pedaços de banana para caracterizar o bolo como tal.

Agora adicione as claras em neve na cuba da massa e ir volvendo as poucos até misturar a massa por completo (se misturar muito forte irá perder as claras em neve e o bolo não ficará FLUFFY. 😦

Caso deseje deixá-lo mais macio adicione ao bolo mais 1 a 2 claras!

Colocar em forno médio e em forma untada por aproximadamente 40 minutos.

Espero que tenham gostado.

A ideia partiu de fazer um bolo o máximo possível sem industrializados chegando ao mais próximo do bolo caseiro que os nossos antepassados faziam quando não existia todos os nossos alimentos refinados e industrializados!!!

Reclamações de plantão: o bolo não fica muito doce!!! ele não está dão docinho!!! foi feito exatamente para ser assim, sem muito açúcar, pois no passado açúcar era artigo de luxo e os nossos bolos antigamente quase não eram adoçados. Usava-se muito o suco de algumas frutas para adoçar o bolo ou a preparação.

O bolo não está tão fofinho assim!!! É impossível fazer uma preparação sem produtos refinados e deixá-lo da mesma maneira que os refinados, portanto: bolo integral, jamais será igual ao bolo com farinha branca. Acontece que nele estamos usando uma farinha que nos faz algum bem… Já a farinha branca de nada nos trás.

Considerem essas questões na hora de comer algum produto integral!!!

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Vergonha!!! Azeite de oliva somente no rótulo.

azeite extra virgem

CUIDADO COM O AZEITE QUE VOCÊ CONSOME!!!

A PROTESTE, anunciou no dia 31/10/2013 testes realizados em diversas marcas de azeites extra virgem vendidos no Brasil. O resultado, é uma vergonha por completo.

E parece que o problema não atinge somente o Brasil. Recentemente nos Estados Unidos, o UCDavis Olive Center obtiveram análises semelhantes. Onde 73% das marcas vendidas no estado da Califórnia, falharam no teste de análise sensorial estabelecido pela IOC (International Olive Oil Counsil) 

 

Na análise sensorial, apenas oito marcas tinham qualidade de azeite extravirgem de acordo com os especialistas. Entre as outras, sete alcançaram defeitos que, pela legislação, as caracterizavam como azeites virgens. São elas:

  • Borges
  • Carbonell
  • Beirão
  • Gallo
  • La Espanhola
  • Pramesa
  • Serrata

As quatro marcas com problemas de fraude foram também consideradas, pela análise sensorial, como azeites lampantes. São elas:

  • Tradição
  • Quinta da Aldeia
  • Figueira da Foz
  • Vila Real

Dentre as marcas, quatro sequer podem ser consideradas azeites, e sim misturas de óleos refinados. São elas:

  • Figueira da Foz
  • Tradição
  • Quinta d’Aldeia
  • Vila Real

 

O produto que recebeu a avaliação de melhor do teste foi o Olivas do Sul, que foi o melhor produto na análise sensorial, o seu valor varia de R$ 19,76 a R$ 23,90. 

E, o produto que recebeu a avaliação de escolha certa foi da marca Carrefour que também teve um bom desempenho geral no teste e seu valor varia entre R$ 7,69 e R$ 15,29.análise sensorial, o seu valor varia de R$ 19,76 a R$ 23,90.

 

 

As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são o principal atrativo do produto, devido ao efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Os quatro produtos declassificados pela entidade são, na verdade, uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. A entidade ressalta que o consumidor paga mais caro, acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto de qualidade inferior.

É considerado fraude o produto vendido fora das especificações estabelecidas por lei. Para as análises, foram considerados parâmetros físico-químicos para detectar possíveis adulterações: espectrofotometria (presença de óleos refinados); quantidade de ceras, estigmastadieno, eritrodiol e uvaol (adição de óleos obtidos por extração com solventes); composição em ácidos graxos e esteróis (adição e identificação de outros óleos e gorduras); isômeros transoleicos, translinoleicos, translinolênicos e ECN42 (adição de outras gorduras vegetais).

A entidade vai notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Nos três testes anteriores foram detectados problemas. Em 2002, foram avaliados os virgens tradicionais e foi encontrada fraude. Em 2007, a situação se repetiu com os extravirgens. Em 2009, uma marca que dizia ser extravirgem não correspondia à classificação. Para a Proteste, isso demonstra que os fabricantes ainda não são alvos da fiscalização necessária.

A reportagem procurou os quatro fabricantes dos óleos desclassificados. A importadora do óleo Quinta d’Aldeia não possuía porta-voz imediatamente disponível para comentar o assunto. As outras três marcas não tiveram representantes localizados.

ESSE POST DISPENSA QUALQUER COMENTÁRIO

Rotulagem, nem tudo que se lê é confiável!!!

Recentemente, passando em umas gôndolas de um supermercado, mais precisamente, na parte de óleos interessei-me muito por uma parte especial onde existiam óleos diferentes dos habituais, de soja, que estamos acostumados a ver.

Fico muito feliz em ver óleos poliinsaturados nas gôndolas, afinal os seus benefícios para a saúde humana são indiscutíveis e, gorduras poliinsaturadas são escassas no nosso mercado, e quando aparecem são caras e, às vezes não atingem grande parte dos consumidores.

Aos óleos poliinsaturados sua função está mais relacionada a diminuição dos níveis séricos de LDL-colesterol (ruim). Evidencia-se também o menor risco para eventos coronarianos.

Para saber mais sobre lipídios poliinsaturados clique aqui.

Quanto ao quesito ROTULAGEM, sabe-se que é obrigatório seu uso para quaisquer produtos que venham a ser comercializados embalados. Desse modo é muito importante a contratação correta de um PROFISSIONAL com qualidade e de preferência NUTRICIONISTA, ele sim poderá fazer uma rotulagem com qualidade e de forma correta para todos os consumidores “leigos”.

Afinal o que há de errado nessas fotos?

Vocês conseguiram visualizar? Se sim, parabéns! Se não, simples: as contas não batem! Isso mesmo, as contas de rotulagem não batem!!!

Quando estamos falando de óleos: consideramos que 100% sejam de conteúdo lipídico (óleo), ou seja, se temos 100ml de óleo possuiremos a certeza que 100% do conteúdo é realmente óleo.
Claro que devemos desconsiderar as frações não lipídicas que na maioria dos azeites não somam nem 1% do conteúdo total.

Agora, vamos à matemática:

Cada lipídio provém 9kcal, dessa forma vamos ao exemplo abaixo:

Um produto que tenha a porção de 13g de óleo.

Como cada grama provém 9kcal, então teremos no total: 13 x 9 = 117Kcal

Fácil, não?

Então, vamos nos aprofundar no assunto:

Se óleos têm 100% de gorduras, então, será correto dizer que ele não terá carboidratos e, tampouco proteínas.

Agora, quando falamos GORDURAS TOTAIS é o mesmo que dizer a quantidade de óleo total dentro do produto que no caso dos óleos, por eliminação, a quantidade de gorduras totais será o mesmo valor que a porção declarada.

Portanto, como podemos ver o conteúdo de gorduras totais jamais deverá ser menor do que as outras gorduras declaradas por razões tão óbvias quanto o nosso português mesmo diz: SÃO TOTAIS!

Para ficar mais simples a contagem as Gorduras Totais deverá ser o somatório das seguintes discriminativas: Gorduras Saturadas, Gorduras Monoinsaturadas e Gorduras Poliinsaturadas

Vamos contar a quantidade de gorduras da foto número 1:

Porção 13g (então temos, obviamente, 13g de gorduras totais).

– Gorduras totais: 1,3g

– Gorduras Saturadas: 1,5g

– Gorduras Monoinsaturadas: 1g

– Gorduras poliinsaturadas: 10,5g

AGORA VAMOS A NOSSA MATEMÁTICA DE 1º SÉRIE: 1,5+1+10,5 = 13g.

Simplesmente… as contas não “batem”!!!

O produtor declara 13g de porção e, no elemento gorduras totais declara apenas 1,3g. Apesar das contagens totais estarem corretas o produtor colocou as gorduras totais um valor completamente obtuso podendo deixar o consumidor confuso.

Contagem da foto número 2:

Vamos à contagem do óleo de castanha do Pará (um pequeno adendo, não é mais castanha do Pará, mas sim Castanha do Brasil)

Porção 5ml (para essa quantidade de óleo 5ml são praticamente equivalentes a 5gramas)

– Gorduras totais: 5g (beleza!!!)

– Gorduras Saturadas: 0,5g

– Gorduras Monoinsaturadas: 2g

– Gorduras Poliinsaturadas: 8g

VAMOS A MATEMÁTICA: 0,5+2+8 = 10,5g

Pera aí… nessa soma tem 5,5gramas a mais de gorduras do que o discriminado como totais.

Em qual valor devo confiar?

Nas figuras subseguintes o fato ocorre da mesma forma. Sim!!! Da mesma forma!

Portanto, de agora em diante seja um consumidor mais consciente sobre os produtos que consome e, quando vir acontecerem tais fatos, exerça seus direitos de consumidor e reclame!!! Afinal, você está levando para casa um produto que na verdade não sabe se tem dentro dele! Qual a quantidade que realmente existe no produto??? Quanto de gorduras poliinsaturadas temos no produto??? Jamais saberemos…

Para maiores detalhes sobre ROTULAGEM vocês podem acessar a cartilha da ANVISA Clique aqui

 

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