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A apropriação de nosso paladar pela indústria

 

As grandes empresas em geral, por meio de diversas ferramentas gerenciais, sobretudo as de marketing e engenharia de produção, coloca-se no mercado como competente especialista na produção de determinado bem para fins específicos e, então, procura levar cada vez mais clientes a comprarem seus produtos.

À medida que a empresa ganha espaço no mercado, novas possibilidades devem ser criadas a fim de possuir sempre fluxos contínuos no aumento das vendas e, portanto, garantir a obtenção de maiores lucros. Ou seja, possui sempre como meta: “fazer novos clientes e influenciar consumidores”.

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A indústria de alimentos, em particular, observando sempre a presente fragilidade dos Resultado de imagem para marketing em alimentosconsumidores, criou o mote do “Eu mereço!”, onde procura incutir no consumidor a ideia de que ele se acha, por direito e mérito, merecedor das facilidades oferecidas por produtos altamente industrializados, com a seguinte propositiva: ao consumir esse produto, estarei ganhando algum benefício.

Confira o artigo na integra:

A APROPRIAÇÃO DE NOSSO PALADAR PELA INDUSTRIA

Comendo uma Lula viva!!!

Estar vivo é um conceito um tanto quanto deturpado para explicar tal fenômeno.Sagittated Calamary

Em tese nós humanos achamos que,.somente porque o coração para de bater então é dado o quadro clínico de morte.

A morte cerebral sim, mas não a morte celular. Ela demora mais tempo para ocorrer.

Quando um animal morre suas células dependendo de como ele foi acondicionado ou seu stresse para morrer ele demora por mais de 24 horas para suas células finalmente morrerem.

A falta de bombeamento de sangue e outros nutrientes além de oxigênio irá matar as células ao poucos, mas a morte total do ser não acontece instantaneamente como acham.

Então, sim o animal está vivo até porque ele está em processo de rigor mortis.

Realmente, não vai saltar do prato e começar a atacar as pessoas, mas suas células se contorcem pois ainda vivem.

Mesmo o animal estando morto.