Arquivo da tag: Fraude em alimentos

Somos todos OTÁRIOS!

logo-minhavidaNão é a primeira vez que o yahoo Minha Vida faz um erro boçal deste e provavelmente não será a última.

Tudo isso porque existe uma falta de empenho total e completo de fazer as reportagens com maior comprometimento com o alimento e as ciências da Nutrição.

A reportagem era sobre o Couve-flor pertencente a família das brássicas onde também estão classificadas o repolho, brócolis e a couve.

Conseguiram confundir couve flor com brócolis, INACREDITÁVEL!!!

Sem mais o que comentar,  (clique na foto para ampliar)

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Iogurte Greco Batavo faz propagada enganosa!!!

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Vamos tomar cuidado com esse tipo de propaganda.

No rótulo, diz que ele tem duas vezes mais proteínas que um iogurte tradicional. Porém ao olhar seu rótulo vê-se queiogurte_natural_integral ele possui a quantidade de proteínas normais para um iogurte natural por porção.

Questionem quando virem propagandas do gênero, o alimento que faz o iogurte greco é o mesmo que faz o iogurte natural da casa de vocês, a matéria prima não muda. Em suma, a não ser que eles tenham inserido proteína de alguma forma, o leite continuará sendo leite.

A porção do iogurte Greco é de 120g enquanto os iogurtes tradicionais contêm, aproximadamente, 170g.

A quantidade de proteína no Iogurte Greco indicada no rótulo é de: 7,4g por porção de 120g

A quantidade de proteína média em um iogurte natural é de: 7,0g por porção de 170g

Se fossemos fazer uma regra de três para igualar a porção, verificaremos que o iogurte greco irá ter 10,4g de proteína por 170g de porção

Em suma: um aumento de 42% aproximadamente e não 2 VEZES CONFORME INDICA O RÓTULO.

Fora que a porção de proteína do iogurte Greco se equipara ao de qualquer iogurte Natural tradicional.

Afinal: o normal é consumir apenas 1 porção por vez. Dessa Forma podemos falar que o Iogurte da Greco possui uma densidade maior, até explica a sua forma bem mais compacta e densa.

Portanto não escolham ele porque TEM MAIS PROTEÍNAS e fará melhor a sua saúde. Pois Iogurte natural, é iogurte natural e sua função FUNCIONAL não muda!!! Desde que acondicionado Adequadamente!

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PROCON “Ataca” novamente!!! Prende gerente do Prezunic

No meio a tanta desordem que anda acontecendo no Rio de Janeiro, um órgão o PROCON não está dando folga para os que não gostam de andar na linha.

Para a nossa alegria, pois já estamos sufocados de tantos inescrupulosidade no setor de alimentos no Rio de Janeiro. Alias não só no Rio mas em todo o Brasil o descaso é uma constante. Alimentação é coisa séria e deve ser tratada com respeito!!!

Segue a reportagem:

Procon-RJ encaminha gerente do Prezunic à Delegacia do Consumidor por esconder carne moída

16.01.2014 – 20:17

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Em nova edição da Operação Boi Ralado, realizada nesta quinta-feira (16/01), a Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), através do Procon-RJ, vistoriou filiais do Supermercado Prezunic na cidade do Rio com o objetivo de identificar estabelecimentos que comercializam carne previamente moída, o queé proibido no estado. Os fiscais do Procon-RJ conduziram o gerente da filial de Bonsucesso à Delegacia do Consumidor para prestar depoimento por tentar esconder da fiscalização 13,5kg de carne moída. Ao todo, 11 filiais foram autuadas e serão multadas. Na ação foram recolhidos e descartados 410kg e 640g de produtos impróprios para consumo. Desses, 101kg e 340g eram de carne previamente moída.

Na filial de Bonsucesso, os fiscais encontraram a carne moída escondida dentro de embalagens de outras carnes no frigorífico. Além da carne moída, os fiscais recolheram 43kg de carne vencida. Os fiscais interditaram a máquina de moer carne na mais recente filial do Recreio dos Bandeirantes e no Campinho, por estarem localizadas num local em que os consumidores não podem vê-las. E, pelo Decreto Estadual 6538/83, acarnesó pode sermoídana hora da compra e na presença do consumidor. Elas só voltarão a ser utilizadas quando estiverem num local que possam ser vistas pelos clientes.

A filial da Ilha do Governador foi a que teve maior quantidade de produto recolhido: 129kg de pedaços de carne sem Procon1 (1)informação do seu prazo de validade. O gerente informou que essa carne seria descartada, mas se encontrava localizada em local impróprio; ao lado da máquina de moer, que estava com restos de carne moída. No Engenho Novo, a fiscalização encontrou 41kg de carnes que já vieram moídas do fornecedor, o que também contraria as normas do Decreto Estadual 6538/83. Os fiscais orientaram os responsáveis pelo estabelecimento a devolver os pacotes para o fabricante.

Além das 11 filiais autuadas que serão multadas, os fiscais vistoriaram mais seis que não apresentaram irregularidades: Pechincha, Freguesia (Jacarepaguá), Méier, Padre Miguel, Olaria e a antiga filial de Recreio dos Bandeirantes.

Balanço da Operação Boi Ralado:

1 – Itaoca: 43kg de carne vencida e 13kg e 500g de carne moída escondidos no meio das caixas de outras carne da câmara frigorífica com o intuito de iludir os fiscais. O gerente foi encaminhado para a delegacia de polícia especializada (Decon);

2 – Nova Loja Recreio: 658g de carne moída em estoque; 17kg e 530g de carne bovina sem informação. Máquina de moer interditada até que se providencie uma maneira do consumidor ver o procedimento;

3 – Campinho: 32kg de carne moída em estoque e 37kg e 500g de carne sem especificação encontrados no açougue. Máquina de moer interditada;

4 – Ilha do Governador: 129kg de pedaços de carne sem informação ao lado da máquina de moer que estava com restos de carne moída. Segundo o gerente, tal carne estava reservada para descarte, apesar de não estar em local apropriado;

5 – Realengo: 3kg e 700g de tremoços, cereja e bacon vencidos; 8kg e 900g de lasanha, frango e linguiça impróprios para consumo por estarem com a embalagem violada e aparência ruim e 4kg e 500g de carne moída em estoque;

6 – Vista Alegre: 22kg de carne moída em estoque;

7 – Penha: 22kg e 800g de carne moída em estoque;

8 – Cachambi: 35kg de diversas carnes, 1kg de queijo prato e 1kg de salaminho sem especificação encontrados na câmara frigorífica;

9 – Engenho Novo: 26kg e 500g de frango moído e 14kg e 500g de carne moída, ambos da marca Rica, que serão devolvidos ao fabricante. As carnes do supermercado estão sendo moídas somente na presença do consumidor;

10 – Cidade de Deus: 22kg e 500g de linguiça portuguesa vencidos; 3kg e 580g de queijo parmesão visivelmente mofado e 6kg e 590g de queijo prato e linguiça portuguesa sem especificação;

11 – Guadalupe: 5kg e 884g de carne moída em estoque.

Vergonha!!! Azeite de oliva somente no rótulo.

azeite extra virgem

CUIDADO COM O AZEITE QUE VOCÊ CONSOME!!!

A PROTESTE, anunciou no dia 31/10/2013 testes realizados em diversas marcas de azeites extra virgem vendidos no Brasil. O resultado, é uma vergonha por completo.

E parece que o problema não atinge somente o Brasil. Recentemente nos Estados Unidos, o UCDavis Olive Center obtiveram análises semelhantes. Onde 73% das marcas vendidas no estado da Califórnia, falharam no teste de análise sensorial estabelecido pela IOC (International Olive Oil Counsil) 

 

Na análise sensorial, apenas oito marcas tinham qualidade de azeite extravirgem de acordo com os especialistas. Entre as outras, sete alcançaram defeitos que, pela legislação, as caracterizavam como azeites virgens. São elas:

  • Borges
  • Carbonell
  • Beirão
  • Gallo
  • La Espanhola
  • Pramesa
  • Serrata

As quatro marcas com problemas de fraude foram também consideradas, pela análise sensorial, como azeites lampantes. São elas:

  • Tradição
  • Quinta da Aldeia
  • Figueira da Foz
  • Vila Real

Dentre as marcas, quatro sequer podem ser consideradas azeites, e sim misturas de óleos refinados. São elas:

  • Figueira da Foz
  • Tradição
  • Quinta d’Aldeia
  • Vila Real

 

O produto que recebeu a avaliação de melhor do teste foi o Olivas do Sul, que foi o melhor produto na análise sensorial, o seu valor varia de R$ 19,76 a R$ 23,90. 

E, o produto que recebeu a avaliação de escolha certa foi da marca Carrefour que também teve um bom desempenho geral no teste e seu valor varia entre R$ 7,69 e R$ 15,29.análise sensorial, o seu valor varia de R$ 19,76 a R$ 23,90.

 

 

As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são o principal atrativo do produto, devido ao efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Os quatro produtos declassificados pela entidade são, na verdade, uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. A entidade ressalta que o consumidor paga mais caro, acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto de qualidade inferior.

É considerado fraude o produto vendido fora das especificações estabelecidas por lei. Para as análises, foram considerados parâmetros físico-químicos para detectar possíveis adulterações: espectrofotometria (presença de óleos refinados); quantidade de ceras, estigmastadieno, eritrodiol e uvaol (adição de óleos obtidos por extração com solventes); composição em ácidos graxos e esteróis (adição e identificação de outros óleos e gorduras); isômeros transoleicos, translinoleicos, translinolênicos e ECN42 (adição de outras gorduras vegetais).

A entidade vai notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Nos três testes anteriores foram detectados problemas. Em 2002, foram avaliados os virgens tradicionais e foi encontrada fraude. Em 2007, a situação se repetiu com os extravirgens. Em 2009, uma marca que dizia ser extravirgem não correspondia à classificação. Para a Proteste, isso demonstra que os fabricantes ainda não são alvos da fiscalização necessária.

A reportagem procurou os quatro fabricantes dos óleos desclassificados. A importadora do óleo Quinta d’Aldeia não possuía porta-voz imediatamente disponível para comentar o assunto. As outras três marcas não tiveram representantes localizados.

ESSE POST DISPENSA QUALQUER COMENTÁRIO

Fraude no ar!!! 1/3 dos chocolates vendidos têm menos de 5% de cacau

A fonte da Notícia vem do Vale Paraibano

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This image was selected as a picture of the week on the Czech Wikipedia for th week, 2007. (Photo credit: Wikipedia)

O que eu acho mais triste é que apesar de tantas notícias sobre fraudes em alimentos, ainda vemos pessoas descrentes com tais notícias. Tudo bem, não estou acusando todas as empresas produtoras de chocolates, pois existem muitos empresários idôneos e de respeito no mercado. Mas, o que quero chamar a atenção é: se a denúncia for verídica, 25% de todo chocolate produzido no Brasil é uma fraude!

Estamos pagando por um produto que nem mesmo faz jus ao seu nome.

Devemos sempre ter muito cuidado com os produtos que compramos. Não peço para desconfiarmos de tudo, mas devemos ser coerentes com uma simples relação: PREÇO X PRODUTO X QUALIDADE. Se o produto estiver muito barato, desconfie de algo, pois às vezes quando paramos para pensar é quase impossível obter alguns valores praticados por algumas empresas sendo um produto 100% idôneo. Mas, isso não quer dizer que a recíproca não seja verdadeira, ou seja, um produto caro pode também não ser 100% idôneo.

Fique atento a alguns características que definem chocolates de má qualidade:

  • sabor excessivamente gorduroso;
  • em dias quentes não derrete com facilidade (quanto mais cacau em sua fórmula, mais fácil frágil o produto fica ao calor. Lembrem sempre daqueles chocolates de marca famosa que esquecemos dentro de nossas bolsas e que acabam por derreter);
  • gosto excessivamente doce (o excesso de açúcar em sua formulação pode mascarar defeitos na sua fabricação, ou mesmo outros produtos como gorduras para suprir a diminuição do cacau)
  • ao comer um chocolate, quanto mais cacau em sua fórmula mais fácil será o derretimento na boca. Chocolates que dificilmente derretem podem indicar excesso de parafina.

Segue a reportagem na integra

Um em cada três chocolates comuns vendidos no Brasil, produzidos pelas grandes indústrias, não pode ter esse nome de chocolate porque não é feito com o percentual mínimo de cacau exigido pela legislação.

Segundo as regras, para ser considerado chocolate, é preciso que o produto tenha pelo menos 25% de cacau,

Callebaut cherry chocolate bar
Callebaut cherry chocolate bar (Photo credit: Wikipedia)

mas muitos não chegariam nem a 5%.

A denúncia é de Marco Lessa, 43 anos, produtor de cacau, presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) e organizador de feira de chocolate, que reúne agricultores e pequenas indústrias.

“O que o brasileiro encontra nas prateleiras de supermercados, vendido como chocolate, é apenas doce, não chocolate”, afirma. “Estimo que um terço dos chocolates estejam nessa situação. Esses não devem ter nem 5% de cacau”.

Lessa também diz que muitos chocolates amargos, com suposto alto teor de cacau (de 50% a 70%), produzidos pelas grandes indústrias e vendidos no mercado nacional por preço maior não têm esse percentual declarado.

“Dizem que têm 70%, mas não têm. Não existe fiscalização para confirmar esse percentual”, declara. Ele não apresentou nenhuma pesquisa ou teste que comprovem essa avaliação, mas diz que o problema se manifesta no próprio sabor dos produtos.

“Basta comer algumas vezes um bom chocolate para saber que muitos dos vendidos por aí não têm o teor de cacau prometido.” Além do sabor considerado melhor e menos doce pelos especialistas, os chocolates com maior teor de cacau também são tidos como benéficos à saúde. Por terem porcentagem reduzida de gordura, açúcar e leite, fazem bem bem para o coração.

A Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) emitiu uma nota, dizendo que os produtos feitos com menos de 25% de cacau são considerados doces com “sabor de chocolate”.

“A Abicab reforça que, de acordo com portaria da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], somente é chocolate o produto que possua pelo menos 25% de cacau. Abaixo disso, o produto é considerado com sabor de chocolate”, registra o documento.

A entidade, que representa as grandes indústrias, como Nestlé e Garoto, não comentou a suposta irregularidade no percentual de chocolates amargos informado nos produtos nacionais.

Pesquisa divulgada em março deste ano pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) conclui que falta informação nos rótulos dos chocolates brasileiros.

Entre 11 marcas de chocolate ao leite pesquisadas, apenas uma informou o percentual de cacau na embalagem. As outras dez não fizeram nenhuma menção à quantidade.

De acordo com o Idec, ainda não existe nenhuma lei que obrigue as empresas a colocarem esse dado na embalagem, mas, para o instituto, seria “razoável que essa iniciativa partisse dos próprios fabricantes”.

“Seria muito importante que o teor de cacau viesse impresso no rótulo. Fica a sensação de que essa informação é uma estratégia de marketing, usada apenas quando isso é conveniente aos fabricantes”, afirma Ana Paula Bortoletto Martins, nutricionista do Idec, em documento divulgado na época da pesquisa.

O teor de cacau também não é estampado nas embalagens de muitos chocolates meio amargo e amargo. Segundo o Idec, dos oito chocolates meio amargo pesquisados, apenas três têm a informação indicada no rótulo.

A definição oficial de chocolate da Anvisa é a seguinte: “Chocolate: é o produto obtido a partir da mistura de derivados de cacau (Theobroma cacao L.), massa (ou pasta ou liquor) de cacau, cacau em pó e ou manteiga de cacau, com outros ingredientes, contendo, no mínimo, 25 % (g/100 g) de sólidos totais de cacau. O produto pode apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados”.

Uma regra anterior, de 1978, exigia um percentual maior de cacau (32%), mas isso foi mudado em 2005 para os 25% atuais.

Para o Idec, a regra atual tem uma outra falha, que é não limitar a adição de “gorduras equivalentes” (gorduras com propriedades físicas e químicas muito parecidas com as da manteiga de cacau, mas que não são de cacau).

A norma anterior proibia qualquer adição de “gordura e óleos estranhos” ao chocolate.

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Fraude Alimentar em Portugal. Peixe Caracol é vendido como bacalhau

Reportagem exibida no canal RTP e vale a pena darmos uma olhada.

Apesar de bacalhau ser um processo de salga em peixes, não são todos os peixes que merecem levar esse titulo. Para isso ele deve seguir um padrão de peixes específicos:

No Brasil, temos o nosso peixe salgado o chamado Mulato Velho

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Vejam os Tipos de bacalhaus conhecidos:

 

 

 

  • LEGÍTIMO BACALHAU:
Gadus morhua
Gadus morhua (Photo credit: Wikipedia)

O Cod Gadus Morhua é o Legítimo Bacalhau. É pescado no Atlântico Norte e considerado o mais nobre tipo de bacalhau. Tem coloração palha e uniforme quando salgado e seco; quando cozido, desfaz-se em lascas claras e tenras, de sabor inconfundível e sublime. É o bacalhau recomendado em todos os pratos da cozinha internacional.

 

  • BACALHAU MACROCEPHALUS :
    Pacific cod
    Pacific cod (Photo credit: Wikipedia)

    O COD Gadus Macrocephalus, ou Bacalhau do Pacífico, é muito semelhante em aspecto com o Cod Gadus Morhua. Seu habitat é o Pacífico Norte.
    É um peixe claro e tem sido vendido em muitos pontos de venda, devido à semelhança, como sendo Legítimo Porto. Não é fácil diferenciar um do outro: uma das formas é observando bem o rabo e as barbatanas – se tiverem uma espécie de bordado branco nas extremidades, é Macrocephalus. Outra forma é pela coloração: o macro é um peixe bem mais claro (quase branco) que o Legítimo Porto.

 

  • O Saithe é um tipo mais escuro e de sabor mais forte. É o tipo mais importado atualmente e é o campeão de vendas no Nordeste brasileiro. É utilizado para bolinhos, tortas, mexidos, saladas e ensopados de bacalhau.

 

 

  • O Ling é bem claro e mais estreito que os demais. Tem um bom corte e é muito apreciado no Brasil. Sua carne é clara, bonita e muito boa para grelhar.

 

 

  • O Zarbo é um peixe pequeno e claro, que se adapta bem ao corte transversal e tem muito boa rentabilidade.

 

 

Veja a Reportagem na Integra