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Pão Australiano caseiro

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Agora amigos leitores, vocês não precisam mais ir ao OUTBACK para degustarem aquele maravilhoso pão australiano que é servido por lá.

Pois este que ensinarei é tão bom quanto o da grande rede de restaurantes. Com um grande adicional: você sabe exatamente o que tem dentro do pão que você fez.

Essa receita é muito perfeita, e o pão fica muito parecido com o do Outback. A grande diferença é que no pão servido na rede, ele leva algumas doses de flavorizantes artificiais de mel.

Como eu sei que leva flavorizantes artificiais? Porque ao experimentá-lo é nítido o sabor forçado de mel que dá para sentir do pão.

Uma observação muito interessante sobre pães australianos: eles não existem na Austrália. Sua invenção vem dos EUA e usam como base o pão de centeio australiano. Que, na minha opinião não se parece em nada com o pão australiano.

Principalmente, porque a a base da receita americana para fazer o pão australiano é o mel, cacau e o centeio. Já o pão de centeio australiano não leva mel nem cacau, deixando o pão de centeio australiano com uma colocarão completamente diferente do que conhecemos como “pão australiano”.


Vamos a receita:

  • 500g de farinha de trigo
  • 300g de farinha de centeio
  • 50g de fermento biológico fresco ou 17g de fermento biológico seco
  • 200g de água
  • 4 ovos
  • 30g de cevada
  • 30g de cacau em pó (100%)
  • 100g de mel
  • 50g de melado
  • 100g de manteiga
  • 20g de açúcar mascavo
  • 10g de sal
  • fubá para polvilhar

MODO DE PREPARO:

  1. colocar todos os ingredientes secos em uma tigela funda;
  2. misturar bem;
  3. misturar todos os outros ingredientes com exceção da água;
  4. sovar bem até misturar todos os ingredientes;
  5. ir adicionando água aos poucos até que a massa esteja completamente misturada e não pegajosa, sem que a massa de farinha não grude nas mãos;
  6. sovar bem, por uns 5 minutos na mão (1 a 2 minutos na batedeira na velocidade máxima);
  7. deixar a massa descansando por 20 minutos e sovar novamente por mais 5 minutos (1 a 2 minutos na batedeira em velocidade máxima);
  8. separar a massa na quantidade desejada, fazer os formatos desejados podendo ser os cilindros tradicionais já conhecidos ou bolas;
  9. polvilhar fuba por cima da massa;
  10. com o auxílio de uma faca extremamente bem afiada ou então um estilete faça cortes transversais finos na massa cilíndrica ou então em cruz para as massas no formato de bola.
  11. deixar fermentando lentamente, com um pano úmido por cima. Em um local fresco e arejado por aproximadamente 5 horas. Tomar cuidado e verificar de hora em hora se a fermentação não passou do ponto.
  12. colocar os pães em forno pré aquecido à 300°C, por 15 a 20 minutos e depois diminuir a temperatura do forno para 180°C e deixar por mais 20 minutos. Ou até que os pães estejam assados.
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Os pães já assados, como ficam lindos. Normalmente eles triplicam de volume

Espero que tenham gostado, um grande abraço a todos e não deixem de comentar.

 

 

 

 

 

 

Pão de Hambúrguer sem glúten – Especial GreenNation

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Fui convidado para participar de uma das oficinas de alimentação saudável (para crianças e adolescentes) para o evento GreenNation.

Resolvi então refazer uma receita de pão de hambúrguer que já tinha feito em outra ocasião, junto com duas receitas de hambúrgueres caseiros para acompanhar.

Falar de ambiente e sustentabilidade na alimentação para mim é importantíssimo pensar em todos os referenciais que tenho sobre commodities e mercadoria.

Por isso acho importante a divulgação de novas preparações que fujam dos habituais produtos das prateleiras dos supermercados. Prefiro pensar que quando eu deixo de comprar um hambúrguer industrializado estou “quebrando” toda uma cadeia produtiva de consumo que se baseia em: embalagens, conservantes, ingredientes desconhecidos e total desinformação da quantidade de insumos que foram colocados ali dentro.

Para vocês terem uma ideia, a Portaria Ministerial nº 574, de 8 de dezembro de 1998, regulamenta que hambúrgueres industrializados podem conter até 23% da gordura animal daquele produto específico. Isso quer dizer que, em cada 100g de hambúrguer que preparo estou consumindo 22g de gordura animal (2 COLHERES DE SOPA CHEIAS DE SEBO).

Dessa forma eu sempre preferi a ideia de nós mesmo fazermos nosso próprio alimento.

Assim: eu sei como eu fiz, eu sei a qualidade dos produtos ali utilizados e as condições higiênicas ali envolvidas.

Bom, vamos as receitas.


Pão de hambúrguer de polvilho sem glúten

Rendimento: 20 mini pães

Ingredientes:

  • 8 xícaras de polvilho azedo
  • 8 ovos
  • 4 batatas pequenas
  • 2 colheres de café de sal
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • 140ml de azeite
  • 2/3 de farinha de linhaça
  • 20 gramas de fermento biológico seco

Modo de preparo:

  • cozinhar as batatas com casca. Depois de cozidas, amassar até obter um purê. Esperar esfriar antes de misturar com os outros ingredientes.
  • Em uma tigela, coloque todos os ingredientes e misture muito bem.
  • Fazer pequenos boleados com as mãos e coloque um a um em uma forma untada ou então antiaderente.
  • Para mini Hambúrgueres, utilize 60g de massa.
  • Para Hambúrgueres tradicionais, utilize 100g de massa.
  • Deixar a massa descansando por uma hora, para fermentar em um local quente e arejado.
  • Colocar o forno para esquentar em 300°C e deixar por 10 minutos.
  • Ao colocar os pães no forno, abaixar a temperatura para 190°C. deixar por aproximadamente 30 a 45 minutos. ou até que o fundo da massa esteja ligeiramente corados.

Hambúrguer de grão de bico vegano

Rendimento: 4 porções

 Ingredientes:

  • 100g Grão de bico
  • ½ unidade pequena de cebola
  • 50g de Azeite
  • 1 colher de chá Sal
  • Pitada de pimenta do reino
  • Quanto baste de amido de milho
  • 1 molho pequeno de salsa

 Modo de preparo:

  • Cozinhar os grãos de bicos previamente e descartar sua água de cocção. Deixar em um bolw por duas horas afim que seus grãos fiquem mais secos.
  • Passar os grãos de bicos no processador até que fique em consistência homogênea.
  • Adicionar a cebola micro picada, o sal, o azeite, a pimenta e a salsa picada. Misturar bem.
  • Por último, acrescente o amido de milho e vá misturando aos poucos até obter uma consistência adequada para moldar a massa com as mãos.
  • Pegar uma quantidade suficiente para fazer os moldes dos hambúrgueres com as mãos.
  • Depois de moldados, untar levemente com amido de milho.
  • Colocar azeite em uma frigideira e gralhar os hambúrgueres até ficarem dourados.
  • Montar o hambúrgueres e servir.

 

Hambúrguer tradicional

Rendimento: 4 porções

 Ingredientes:

  • 350g Carne moída processada duas vezes (patinho, ou lagarto plano)
  • 2 colheres de sopa de cebola picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de chá de Sal
  • Pitada de pimenta do reino

 Modo de preparo:

  • Processar a carne moída duas vezes, afim de que ela fique bem misturada.
  • Em uma tigela, adicionar o azeite, sal, pimenta e o alho picado. Misturar bem e amassar bem com as mãos ou com o auxílio de um batedor.
  • Separar as carnes em bolos de 100g. fazer os moldes, boleando com as mãos.
  • Colocar azeite em uma frigideira e gralhar os hambúrgueres até ficarem dourados.
  • Montar o hambúrgueres e servir.

Pão de queijo feito em forma

Amigos, peço desculpas ao longo período em que estive fora de meus pots. Finalmente estou de volta e com força total. Pretendo fazer um post novo por semana de receitas e além disso estarei escrevendo algumas críticas sobre gastronomia e nutrição. Críticas nas quais acho válidas de compartilharem com vocês.

Caso desejem enviar um email, basta clicar aqui.caneles_stemilion

A receita de hoje é uma variação de uma antiga receita que tenho de pão de queijo de sanduicheira e, resolvi fazer na forma que tenho de bolinhos de cannelé de Bordeaux, no entanto pode se usar qualquer tipo de forma antiaderente.

Segue a receita:

  • 3 ovos
  • 1 xícara de leite
  • 2 xícaras de polvilho azedo
  • 1 colher de sopa de sal
  • 1/3 de xícara de azeite ou qualquer gordura de sua preferência.
  • 1 1/2 xícara de queijo minas padrão ralado no ralo fino.

Modo de Preparo:

Misture todos os ingredientes com o auxílio de um batedor, colher de silicone ou batedeira até que tudo fique homogêneo.

obs.: a massa deverá ficar na consistência líquida.

Coloque a massa nas formas, porém somente até a metade e coloque no forno previamente aquecido à 200°C, por 30 a 45 minutos aproximadamente.

O resultado é esse. Na forma os pães de queijo tendem a ficarem bem macios e sem muita casca típicos dos pães de queijo tradicionais. Isso porque, a própria forma oferece uma proteção para os pães que estão assando, deixando-os mais macios, fofos e concentrados de sabor.

Espero que tenham gostado, pois estavam maravilhosos.

 

Vamos trocar sementes???

Essa é a proposta desse maravilhoso site, o SEMENTERIA  quee encontrei em trocas de conversas do Slowfood Brasil. Achei sua proposta muito inovadora e interessante.

Dando uma olhada no site, consegui encontrar plantas principalmente ervas que há muito tempo estava procurando para plantar e não conseguia achar.

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Manjericão bravo

Encontrei, ervas de alfavaca, manjericão zaatar e coentro do norte que em alguns lugares é chamado de coentro selvagem ou bravo pois dá um sabor forte e marcante de coentro e tem uma aparência um pouco mais “selvagem” por conta de suas folhas em formato de espinhos

Não deixem de olhar o site e boas trocas


Como Funciona e Política de Uso

O propósito do site Sementeria é facilitar a troca e doações de sementes de plantas lícitas no Brasil.

Você pode pesquisar todas as sementes que os usuários do Sementeria disponibilizam no site e, se estiver interessado em alguma, basta se cadastrar (ou logar se já for cadastrado) para entrar em contato com o guardião da semente. Algumas pessoas aceitam doar suas sementes, outras podem aceitar somente a troca. Essa conversa, como a troca de endereço e/ou depósito bancário referente aos custos de envio, são feitas através de e-mail.

Não é permitida a venda de sementes através do site.

Não é permitido o cadastro de sementes de plantas ilícitas. Por favor, denuncie para contato@sementeria.com.br.

O serviço é gratuito e trabalha por doação para cobrir custos de servidores. Você pode contribuir com qualquer valor:

Passo a passo de como limpar Mexilhões

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Encontrei esse passo a passo, no site Seriouseats.com

Para muitos, mexilhão é quase um ser mitológico com sua casca impenetrável e sua péssima reputação que todos os bivalves possuem, esse pequeno ser para alguns seu consumo torna-se inalcançável. Gostaria de desmistificar um pouco isso.

Mexilhões são sempre uma perfeita combinação com inúmeros pratos e bebidas.

Da cervejas até o espumante passando pelo vinho branco, todos são perfeitos para prepará-lo.

Sua preparação é tão rápida, que em menos de 5 minutos já estão prontos para serem servidos.

Na Bélgica é um clássico, preparados com cerveja de trigo Hoegaarden, alho, salsa e servidos com batata frita e maionese caseira.

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Mas tome muito cuidado, na preparação de qualquer que seja o bivalve sempre deve adquiri-lo vivo. Isso se dá porque depois que os mexilhões morrem não conseguimos aferir o quanto tempo eles estão nesse estado, podendo estar contaminados por micro-organismos.

Mexilhão não duram muito tempo fora de seu habitat natural, podendo sobrevier desde sua retirada uns 4 a 5 dias aproximadamente. Para isso guarde-os sempre em geladeira e trocando sua água de 12 em 12 horas preferencialmente. Não gosto de congelar mexilhões, é uma opinião pessoal minha pois quando congelados eles morrem e ao cozê-los perde-se muito de seu sabor e suas cascas não abrem de forma tão natural.

Primeiro passo: Limpeza de seus cascos.

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Coloque-os em uma tigela grande, deixe escorrer água abundante e com o auxílio de uma faca pequena, tire as sujidades maiores. Depois, com uma pequena escova, limpe para tirar o lodo que porventura possa ter na casca.

Segundo passo: retirando sua barba.

A retirada da barba é importante porque nela retira-se algumas sujidades de dentro do20141026-mussels-how-to-food-lab-03 bivalve. Além disso, ao retirá-la você mata o mexilhão. Não deixando-o ele sofrer na panela quente. É de suma importância que a retirada da barba seja feita somente alguns minutos antes de o mexilhão ir para a panela. Dessa forma você garante que sua preparação não esteja contaminada. Para retirar a barba, você deve segurá-la e puxar com uma certa força para trás, contra a própria casca.

Terceiro passo: separação dos mexilhões mortos.

como falei, não devemos comer qualquer tipo de bivalve que já esteja morto. Portanto, somente deixando na panela os vivos, que garantirão um alimento seguro

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Pode-se perceber que a seleção dos mexilhões mortos, é relativamente fácil.

E pronto, estão prontos para serem preparados da melhor maneira que deseje.

Seja a moda francesa com alho poró e champanhe ou a provençal com manteiga de ervas e vinho branco ou usando sua imaginação.

É importante lembrar que devemos desmitificar sobre os mexilhões que foram cozidos e não abriram suas casas devam ser descartados. É comum e natural que alguns desses valves não abram suas cascas depois de cozidos e consumi-los não acarreta em nada em seu sabor ou mesmo em sua segurança portanto não desperdice-os.

Uma referência muito boa sobre mexilhões pode ser encontrada no Seafood Services Australia

A Gastronomia dos plantadores de Temperos…

gula1Não que eu seja contra ao fato, mas as vezes me irrita profundamente  como conduzem certas formas de decorar alguns pratos.

O pior, é vermos que algumas pessoas defendendo a finco que tal fato é novo ou inovador dentro da gastronomia. O que me deixa fatidicamente perplexo com tamanha desatenção no passado.

Quando comecei meus primeiros passos na gastronomia há 18 anos atrás, aprendi que plantar temperos no topo dos pratos era legal. Era uma maneira rápida e prática de decorar um prato. Mais tarde percebi que isso já naquela época era considerado um conceito “oldSchool”.

Como falei, não que eu seja contra, pois algumas decorações ficam lindas se soubermos trabalhar com os temperos na maneira certa.

Mas, recuso-me a aceitar a presumida de que este é um conceito novo ou extremamente atual. Alguns mais céticos dizem que é um conceito “renew” e por isso está atual novamente.

A questão, é que devemos sempre nos atualizar.

“Ao invés de ficarmos estagnados no passado, usemos eles para que a cada dia que passe fiquemos mais e mais atuais em nosso tempo.”

DICA de Sucesso, seja um empreendedor FUNCIONAL!!!

A um tempo atrás, escrevi um post sobre como ser bem sucedido tendo uma empresa que venda “saúde”  nas redes sociais. Bastava tirar fotos nas redes sociais de biquíni em frente ao espelho e mostrar fotos de saladas. Atras disso tudo, bastava colocar o endereço de sua loja virtual de seus produtos tais como: bolsas, calças tipo leg, shakes e complementos vitamínicos.

Agora essa moda ficou um pouco mais em baixa, embora ainda não deixem de existir diversos exemplos que não convém salientar aqui.

Hoje o marketing virou os holofotes para outro lado no mundo da nutrição!!!

Entramos na era dos “tudo FUNCIONAL”

Porque funcional agora virou estratégia de marketing para tudo e todos os tipos de alimentos em todo o planeta Terra. Dessa forma a Nutrição Funcional que é uma abordagem completamente científica e metodológica está tendo seu termo “usurpado” por muitos de uma forma completamente arbitrária e sem nexo.

Conforme alguns autores, a definição de alimentos funcionais é simples e objetiva. E que a partir dela, abre-se um leque muito grande de alimentos. E todos com diversas alegações e infinitos usos. Apesar de não existir uma definição universal, existe um consenso:

“Alimentos funcionais são aqueles que contêm em sua composição, substâncias nutrientes ou não nutrientes, capazes de modular as respostas metabólicas do indivíduo, que resultam em maior proteção e estímulo à saúde”

Os primeiros estudos sobre alimentos que evidenciavam algum benefício à saúde foram de caráter epidemiológico, nele apontou-se algumas correlações. Tais como:

Consumo cotidiano de produtos de tomate que são ricos em licopeno, foi associado com a reduzida incidência de câncer de próstata (Giovanucci, 1999);

A ingestão elevada de chá verde ou chá preto, os quais são ricos em polifenóis, foi correlacionada à baixa incidência de câncer no aparelho digestório (Blot et alli, 1996);

A fibra alimentar, utilizada em grande proporção na dieta de algumas populações indígenas da África do Sul, foi utilizada para explicar a menor incidência de várias doenças do intestino, inclusive câncer de cólon e de reto (Cleave, 1974);

Pesquisas é o que não faltam nesse campo. Mas onde eu quero chegar com tudo isso???

É que o pessoal de Marketing descobriu o maior “filão” da atualidade.uvascomchocolate

É vender tudo e qualquer coisa com o RÓTULO DE FUNCIONAL.

Daqui a pouco iremos ver uma etiqueta nos tomates com os seguintes dizeres: Este alimentos é funcional!!!

Mas a “pornografização” da palavra funcional não para por ai.

Já vi de tudo para se vender algum produto sendo esse com alegações funcionais. Não que eles estejam errados,
pois realmente vendem produtos que contém em sua elaboração alimentos funcionais. vou citar alguns como exemplo:

Uva Passa com chocolate branco (claro né gente. A uva possui resveratrol e por isso podemos consumir esse alimento funcional)balsamico

– biscoitinho de goiaba (óbvio né pessoal, afinal o doce de goiaba a famosa goiabada tem bastante licopeno e com isso podemos considerar ele funcional)

– Vinagre balsâmico  (como não pensei nisso antes… imaginei agora um monte de resveratrol dentro do balsâmico envelhecido)

Madeleines funcionais (tão na cara né… de agora em diante todas as minhas madeleines serão funcionais. basta eu introduzir o óleo de coco para deixa-las ainda mais funcional)

– cursos de culinárias em profusão, afinal basta fazer uma pizza e colocar tomate para que esta vire funcional!!!

“Enfim, o que quero dizer é que os alimentos funcionais são, na verdade, “ingredientes” que devem ser inseridos diariamente nas refeições visando melhoria da saúde. Porém, o fato de um produto conter um “ingrediente” funcional não exime de forma alguma o fato dele conter alto índice de gordura ou carboidrato, por exemplo.”

Acho injusto com milhares de profissionais no mercado que fazer milhares de preparações saudáveis em seus GASTRONOMIA-FUNCIONAL-MARCELO-FACINIlocais de trabalho e simplesmente não são rotulados como funcionais.

É egoismo de nossa parte rotularmos nossos produtos como funcionais, quando estamos falando de alimento.

Ao fazermos um sanduíche de tomate com linhaça e queijo branco um rótulo de funcional, estaremos tratado a alimentação como MERCADORIA.

E ao fazermos dessa forma estamos retirando o alimento do status quo ALIMENTO UM DIREITO A TODOS!!!

Sejamos profissionais de saúdes mais conscientes.