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EUA podem banir gorduras trans por riscos à saúde

gordura trans

Enquanto isso no Brasil, ainda estamos brigando pela restrição do seu uso…

Na alimentação essa gordura é responsável pelos seguintes benefícios:

  • aumentar a crocância dos alimentos;
  • aumentar a palabilidade;
  • aumentar a vida de prateleira dos alimentos;

Em contrapartida é uma das gorduras mais nocivas para o homem;

Veja  na reportagem na integra 

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07/11/2013 – 12h51

EUA podem banir gorduras trans por riscos à saúde

PUBLICIDADE DO “NEW YORK TIMES” DE SÃO PAULO

A FDA (agência que regula alimentos e remédios nos EUA) sugeriu ontem uma nova regra que pode eliminar as gorduras trans adicionadas a alimentos naquele país.

A proposta, que ficará em consulta pública por 60 dias, afirma que os óleos parcialmente hidrogenados que dão origem às trans não sejam mais reconhecidos como seguros. As empresas teriam que provar a segurança da substância –o que seria difícil, já que isso contraria as conclusões de estudos publicados nas últimas décadas.

Margaret Hamburg, da FDA, diz que a medida pode evitar 20 mil infartos e 7.000 mortes por ano nos EUA, onde o consumo de gorduras trans já tem caído. Cadeias de fast food já pararam de usá-las em frituras, por exemplo.

No Brasil, as trans não são proibidas, mas a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda que a ingestão máxima seja de 2 gramas por dia.

A agência também controla o uso de alegações “zero trans” nas embalagens de produtos. Hoje, alimentos que declaram ser livres de gordura trans podem ter no máximo 0,2 g por porção.

Mas, a partir de 2014, o produto deve ter no máximo 0,1 g de gordura trans por porção para ser considerado “livre”.

Desde 2008, acordos fechados entre o Ministério da Saúde e a Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação) levaram a uma redução dos teores de gorduras trans na comida pronta.

De acordo com a meta, as trans poderiam responder por 5% do total de gorduras em alimentos industrializados ou a 2% em óleos e margarinas. Segundo a Abia, 95% das empresas associadas cumpriram essa diretriz.

“Se essa proibição dos EUA valesse no Brasil, o impacto seria pequeno. Mas qualquer medida extrema não é muito boa”, afirma Edmundo Klotz, presidente da Abia.

RISCOS

As gorduras trans começaram a ser usadas nos anos 50, em substituição à gordura de origem animal e para aumentar a durabilidade dos produtos. O problema é que não bastava trocar a banha pelos óleos vegetais, que são líquidos à temperatura ambiente e não dão a mesma crocância e aparência aos alimentos como a gordura animal.

Foram criados processos de hidrogenação dos óleos que os tornam sólidos em temperatura ambiente. Como explica a nutricionista Ana Maria Lottenberg, do laboratório de lípides da Faculdade de Medicina da USP, a hidrogenação parcial dos óleos vegetais dá origem às trans.

De acordo com cardiologista Raul Santos Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP, as gorduras trans têm um efeito nocivo sobre os níveis de colesterol: aumentam o LDL (que contribui com a aterosclerose) e reduzem os níveis do HDL, que “limpa” o colesterol dos vasos e o leva para o fígado.

O cardiologista Daniel Magnoni, diretor de nutrição do Instituto Dante Pazzanese, diz que a gordura trans impede a degradação do LDL no fígado. “O impacto maior é nos jovens, que consomem muita comida pronta. Podemos ver aumento das doenças cardíacas no futuro.”

Outro problema, segundo Santos, é o que está no lugar da gordura trans: óleo de palma e gordura interesterificada –originada de outro processo industrial que modifica a estrutura de óleos vegetais para torná-los sólidos.

Lottenberg diz que, até agora, é difícil saber qual será o impacto na saúde do uso desse tipo de gordura, produzida a partir de óleo de palma, na maioria dos casos. “Estamos fazendo um trabalho grande sobre isso na Faculdade de Medicina”

Ela lembra que, apesar dos acordos feitos pela indústria, ainda é comum achar produtos com trans no mercado, em especial biscoitos. “E não é porque algo é livre de trans que é saudável. O alimento pode ser muito calórico e ter muita gordura saturada.”

A Gastronomia sobre Rodas. São os “Food Trucks”

A gastronomia sempre se reinventando, mas nem tanto…

Apesar da notícia ser nova nos Estados Unidos, para mim, jamais representou novidade. Visto que aqui já existem nossos “trailers ambulantes” há muitos anos.

“O mais engraçado disso tudo, é que: comida de rua no Brasil nunca foi novidade, mas quando a mídia anuncia que um determinado chef ou um restaurante famoso irá montar um trailer em um determinado local, é tanto alvoroço dando a entender que é uma grande novidade.”

Apesar de a legislação sanitária ser igual para todos, na prática não é isso que acontece. Para mim, o que parece é que a fiscalização nesse segmento sempre deixa a desejar. Principalmente nas festas ditas como: Gastronomia de Rua, que vêm explodindo nas grandes cidades.

Aliás, se fôssemos seguir à risca no Brasil, não poderia existir nenhum Trailer de alimentação por ocasião de nossa legislação. Mas isso é outra história.

Discordando um pouco do que o dono do restaurante falou, a concorrência em gastronomia é controvérsia. Acredito em más propostas para diferentes públicos.

Quando um estabelecimento vai mal e o da esquina vai bem, devemos antes de tudo avaliar se estamos fazendo algo de errado.

Bom, a gastronomia é vasta o suficiente para que todos possam trabalhar, basta atuar de maneira certa e para o público certo, usando sempre da estratégia e do marketing na medida certa.

As extravagâncias das redes Fast Food – SUBWAY

A reportagem saiu na Folha de são Paulo

Mais um ato de vandalismo contra o consumidor. Nas fotos que seguem, é nítido o desrespeito e descaso com a alimentação dentro das redes de “fast food”. Tá certo que existem sim muita empresa idônea no mercado até mesmo gerentes regionais que fazem um trabalho exemplar. Mas a cada dia que passa, vejo mais notícias como essa onde o descaso com o consumidor impera. Sendo impressionante a quantidade de notícias que presenciamos.

As empresas e seus funcionários deveriam levar com mais seriedade a produção de alimentos.

Acredito que a melhor maneira para que minimizemos tais ocorridos, é com a introdução de  mais sabedoria e cultura nos funcionários que trabalham com alimentação. Somente com uma capacitação séria que poderemos ver empresas mais salutares para os nossos clientes.

Vendo as fotos fica claro e nítido que elas foram tiradas em seu local de trabalho, vê-se pela bancada de mármore em uma das fotos e outra com a bancada de aço inox.

 

Segue a reportagem na integra

Funcionário de rede de restaurantes tira foto encostando o pênis no pão

23/07/2013 – 20h45 DE SÃO PAULO

Dois funcionários de uma lanchonete Subway em Columbus, Ohio, nos EUA, foram demitidos após publicarem nosubway2 Instagram uma foto em que um deles aparece encostando o pênis em um pão.

“Meu nome é Ian Jett e serei seu artista de sanduíches hoje”, dizia a legenda.

Ian Jett e Cameron Boggs tinham uma série de fotos na rede social com brincadeiras do tipo.

Em uma delas, Cameron mostra uma garrafa com conteúdo amarelo sob a legenda: “hoje no trabalho eu congelei meu xixi”.

Ian Jett admitiu ter encostado a genitália no pão, mas disse que o fez em sua casa, e não no restaurante.

“Jamais faria isso no Subway, eu estava em casa. Foi totalmente de brincadeira”, disse ele ao “Huffington Post”.

O Subway divulgou comunicado à imprensa dizendo que demitiu os responsáveis.