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Anvisa proíbe venda de 20 marcas de whey protein!!!

whey-protein

Suspensão vale para os lotes testados pela agência, que apresentaram irregularidades na quantidade de nutrientes informada nos rótulos

Veja a reportagem completa na Revista Veja

Os rótulos foram proibidos pois não declaravam exatamente a quantidade de proteínas que estava contidos nos rótulos e alguns deles também tinha produtos não declarados em sua rotulagem como: amido, milho e soja.

Para os que estão pouco se importando, vejam quanto vocês pagam com o whey protein da vida e façam uma comparação de quantos ovos conseguiriam comprar.

As marcas proibidas são:

Super Nitro Whey NO2 – American Line Suplementsproteina-soro-leite
3W – Fast Nutrition
Whey Protein Optimazer – Cyberform
Whey NO2 Pro Baunilha – Pro Corps
Whey NO2 Pro – Pro Corps
Whey 5W Pro – Pro Corps 
Ultra Pure Whey+ Isolate Whey – Nutrilatina Age Superior
Extreme Whey Protein sabor morango – Solaris
Extreme Whey Protein sabor baunilha – Solaris
100% Ultra Whey – Ultratech Supplements
Bio Whey Protein – Performance
Peter Food – Whey NO2 + Creatine
100% Whey Xtreme – Pharma
Super Whey 100% Pure – IntegralMedica
Super Whey 3W – IntegralMedica
Fisio Whey Concentrado NO2
Designer Whey Protein
Muscle Whey Proto NO2 – Neo Nutri
Whey Protein 3W – DNA Design Nutrição Avançada
Isolate Whey – Neo Nutri

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Agora foi a vez dos Supermercados Zona Sul – PROCON mais uma vez!!!

zona-sul

 

Se a Fiscalização sanitária não ajuda, ao meno o PROCON tem estado bastante ocupado no Rio de Janeiro.

O que eu fico mais impressionado é o balanço final da operação. Os números são astronomicamente, jesus cristo carne vencida desde setembro e em Copacabana teve somente 180kg de carne apreendida de uma só vez. Em destaque para os:

4 – Leme (Avenida Atlântica, 866): 72kg de carne moída industrializada Friboi. Venda suspensa.

5 – Copacabana (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1369): 21kg e 600g de carne moída Marfrig.

6 – Humaitá (Rua Humaitá, 110): 32 bandejas (600g) de carne moída Marfrig, 38 bandejas (500g) de carne moída Friboi. Produtos retirados da área de vendas devendo-se dar outra destinação que não seja a venda ao consumidor.

7 – Copacabana (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1200): 65kg de carne moída Friboi e 60kg de carne moída Marfrig.

8 – Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 51): 25kg de carne vencida em setembro de 2013, 124kg de carne e 21kg e 730g de pão congelado sem especificação, 16 bandejas (500g) de carne moída Friboi destinadas a outro fim que não seja a venda ao consumidor.

9 – Botafogo (Rua Arnaldo Quintela, 70): 25kg e 900g de carne moída embalada.

14 – Leblon (Rua Bartolomeu Mitre, 705): 34kg e 580g de carne moída na área de venda.

16 – Leblon (Rua Carlos Góis, 344): 30kg de carne moída Marfrig para devolução ao fabricante.

17 – Copacabana (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 591): 180kg de carne moída Friboi.

19 – Ipanema (Rua Prudente de Moraes, 49): 87kg e 960g de alimentos vencidos entre carne bovina, queijos e cream cheese. Máquina de moer interditada.

 

 

 

Segue a Notícia na integra:

Procon Estadual recolhe mais de uma tonelada de produtos impróprios no supermercado Zona Sul

ASecretariade Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), através do Procon Estadual, realizou nesta terça-feira (28/01) uma fiscalização, em conjunto com a Secretariade Estado de Fazenda, nas filiais da rede de supermercado Zona Sul. No total, a operação vistoriou 28 estabelecimentos, dos quais o Procon Estadual autuou 20,zonasul2 que serão multados. Desses, 17 cometiam uma irregularidade em comum: a venda de carne previamente moída – o que é proibido no estado do Rio. Foram recolhidos pela fiscalização mais de uma tonelada de produtos impróprios para consumo, dos quais 822kg eram de carne moída.

O objetivo da ação conjunta foi identificar redes de varejo que estejam com produtos vencidos, infligindo o Código de Defesa do Consumidor e praticando sonegação fiscal.

No Leblon, na filial da Dias Ferreira, os fiscais encontraram 9kg e 695g de carne esverdeada no local onde ficam as que serão moídas. Também foram recolhidos no estabelecimento 28kg e 176g de pastas diversas e 3kg e 40g de muçarela de búfala vencidos, além de 1kg e 492g de manjuba e 8kg e 695g de camarão sem identificação do prazo de validade.

Em um das filiais do Flamengo, na Rua Senador Vergueiro, foram recolhidos 25kg de carne vencida em setembro de 2013. Os fiscais também encontraram 124kg de carne e 21kg e 730g de pão congelado sem especificação do prazo de validade, além de 16 bandejas (500g cada) de carne moída industrializada. Mesmo carne moída industrializada, por lei, não pode ser comercializada no estado do Rio. Em 12 dos supermercados autuados os fiscais identificaram a existência de carne que já vem moída industrializada e terão de ser devolvidas aos produtores.

As filiais do Supermercado Zona Sul que não apresentaram irregularidades foram as seguintes: três em Copacabana (Avenida Rainha Elisabeth, Avenida Nossa Senhora de Copacabana e Rua Francisco Sá), Jardim Botânico (Rua Pacheco Leão, 16), Recreio (Avenida das Américas, 16237), Gávea (Avenida Rodrigo Otávio, 269), Parque das Rosas (Avenida das Américas, 3665) e Olaria (Avenida Brasil, 9561).

“Fizemos a primeira fiscalização deles quando rebemos uma denúncia em maio do ano passado. Encontramos na ocasião carne podre sendo reprocessada e colocada à venda de novo. Nada mudou, continuam fazendo a mesma coisa. Eles não aprendem. O caso do Supermercado Zona Sul não é mais de defesa do consumidor, mas de polícia”, declarou a secretária de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor, Cidinha Campos.

Balanço da Operação “Somando Forças”:

1 – Botafogo (Rua Bambina, 36): 9kg e 600g de carne moída em estoque; 1kg e 200g de lombo canadense, 27kg de farinha de rosca e 6kg de linguiça calabresa vencidos.

2 – Jardim Botânico (Rua Jardim Botânico, 81): 50 bandejas (500g) de carne moída Friboi na câmara de resfriamento. Os produtos devem ter outro destino que não seja a venda ao consumidor nesse estado.

3 – São Conrado (Estrada da Gávea, 870): 84kg de carne moída industrializada Friboi, 3kg e 92g de bacalhau do porto sem as devidas especificações, produtos e bebidas diversas armazenados em contato direto com o chão do estabelecimento.

4 – Leme (Avenida Atlântica, 866): 72kg de carne moída industrializada Friboi. Venda suspensa.

5 – Copacabana (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1369): 21kg e 600g de carne moída Marfrig.

6 – Humaitá (Rua Humaitá, 110): 32 bandejas (600g) de carne moída Marfrig, 38 bandejas (500g) de carne moída Friboi. Produtos retirados da área de vendas devendo-se dar outra destinação que não seja a venda ao consumidor.

7 – Copacabana (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1200): 65kg de carne moída Friboi e 60kg de carne moída Marfrig.

8 – Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 51): 25kg de carne vencida em setembro de 2013, 124kg de carne e 21kg e 730g de pão congelado sem especificação, 16 bandejas (500g) de carne moída Friboi destinadas a outro fim que não seja a venda ao consumidor.

9 – Botafogo (Rua Arnaldo Quintela, 70): 25kg e 900g de carne moída embalada.

10 – Leblon (Rua General Artigas, 325): 532g de sobra coxa vencidos e 61kg e 500g de carne moída Friboi.

11 – Leblon (Rua Dias Ferreira, 290): 9kg e 695g de carne com aspecto ruim e cor esverdeada perto da máquina de moer, 1kg e 492g de manjuba e 8kg e 695g de camarão sem identificação, 28kg e 176g de pastas diversas e 3kg e 40g de muçarela de búfala vencidos.

12 – Flamengo (Rua Marquês de Abrantes, 181): 5kg e 316g de carne vencidos, 2kg e 800g de carpaccio com embalagem violada, 14kg e 240g de carne sem especificação e 20 bandejas (500g) de carne moída Friboi que deve ser destinado a outro fim que não seja a venda para os consumidores.

13 – Urca (Rua Marechal Cantuária, 178): 6 embalagens (400g) de polpetone de carne acompanhado de risoto gourmet vencidos e 56kg e 845g de carne moída embalada.

14 – Leblon (Rua Bartolomeu Mitre, 705): 34kg e 580g de carne moída na área de venda.

15 – Laranjeiras (Rua Esteves Júnior, 36): 5kg e 276g de carne vencida, 81 bandejas (500g) de carne moída Friboi.

16 – Leblon (Rua Carlos Góis, 344): 30kg de carne moída Marfrig para devolução ao fabricante.

17 – Copacabana (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 591): 180kg de carne moída Friboi.

18 – Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 504): 2kg de pastas vencidas e 3kg de pães sem informação. Máquina de moer interditada.

19 – Ipanema (Rua Prudente de Moraes, 49): 87kg e 960g de alimentos vencidos entre carne bovina, queijos e cream cheese. Máquina de moer interditada.

20 – Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 118): 11kg e 392g de queijos, truta e salmão vencidos; 1kg e 650g de salame e blanquet sem informação e 10kg e 45g de produtos embalados que seriam, aparentemente, revalidados. Máquina de moer interditada.

PROCON “Ataca” novamente!!! Prende gerente do Prezunic

No meio a tanta desordem que anda acontecendo no Rio de Janeiro, um órgão o PROCON não está dando folga para os que não gostam de andar na linha.

Para a nossa alegria, pois já estamos sufocados de tantos inescrupulosidade no setor de alimentos no Rio de Janeiro. Alias não só no Rio mas em todo o Brasil o descaso é uma constante. Alimentação é coisa séria e deve ser tratada com respeito!!!

Segue a reportagem:

Procon-RJ encaminha gerente do Prezunic à Delegacia do Consumidor por esconder carne moída

16.01.2014 – 20:17

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Em nova edição da Operação Boi Ralado, realizada nesta quinta-feira (16/01), a Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), através do Procon-RJ, vistoriou filiais do Supermercado Prezunic na cidade do Rio com o objetivo de identificar estabelecimentos que comercializam carne previamente moída, o queé proibido no estado. Os fiscais do Procon-RJ conduziram o gerente da filial de Bonsucesso à Delegacia do Consumidor para prestar depoimento por tentar esconder da fiscalização 13,5kg de carne moída. Ao todo, 11 filiais foram autuadas e serão multadas. Na ação foram recolhidos e descartados 410kg e 640g de produtos impróprios para consumo. Desses, 101kg e 340g eram de carne previamente moída.

Na filial de Bonsucesso, os fiscais encontraram a carne moída escondida dentro de embalagens de outras carnes no frigorífico. Além da carne moída, os fiscais recolheram 43kg de carne vencida. Os fiscais interditaram a máquina de moer carne na mais recente filial do Recreio dos Bandeirantes e no Campinho, por estarem localizadas num local em que os consumidores não podem vê-las. E, pelo Decreto Estadual 6538/83, acarnesó pode sermoídana hora da compra e na presença do consumidor. Elas só voltarão a ser utilizadas quando estiverem num local que possam ser vistas pelos clientes.

A filial da Ilha do Governador foi a que teve maior quantidade de produto recolhido: 129kg de pedaços de carne sem Procon1 (1)informação do seu prazo de validade. O gerente informou que essa carne seria descartada, mas se encontrava localizada em local impróprio; ao lado da máquina de moer, que estava com restos de carne moída. No Engenho Novo, a fiscalização encontrou 41kg de carnes que já vieram moídas do fornecedor, o que também contraria as normas do Decreto Estadual 6538/83. Os fiscais orientaram os responsáveis pelo estabelecimento a devolver os pacotes para o fabricante.

Além das 11 filiais autuadas que serão multadas, os fiscais vistoriaram mais seis que não apresentaram irregularidades: Pechincha, Freguesia (Jacarepaguá), Méier, Padre Miguel, Olaria e a antiga filial de Recreio dos Bandeirantes.

Balanço da Operação Boi Ralado:

1 – Itaoca: 43kg de carne vencida e 13kg e 500g de carne moída escondidos no meio das caixas de outras carne da câmara frigorífica com o intuito de iludir os fiscais. O gerente foi encaminhado para a delegacia de polícia especializada (Decon);

2 – Nova Loja Recreio: 658g de carne moída em estoque; 17kg e 530g de carne bovina sem informação. Máquina de moer interditada até que se providencie uma maneira do consumidor ver o procedimento;

3 – Campinho: 32kg de carne moída em estoque e 37kg e 500g de carne sem especificação encontrados no açougue. Máquina de moer interditada;

4 – Ilha do Governador: 129kg de pedaços de carne sem informação ao lado da máquina de moer que estava com restos de carne moída. Segundo o gerente, tal carne estava reservada para descarte, apesar de não estar em local apropriado;

5 – Realengo: 3kg e 700g de tremoços, cereja e bacon vencidos; 8kg e 900g de lasanha, frango e linguiça impróprios para consumo por estarem com a embalagem violada e aparência ruim e 4kg e 500g de carne moída em estoque;

6 – Vista Alegre: 22kg de carne moída em estoque;

7 – Penha: 22kg e 800g de carne moída em estoque;

8 – Cachambi: 35kg de diversas carnes, 1kg de queijo prato e 1kg de salaminho sem especificação encontrados na câmara frigorífica;

9 – Engenho Novo: 26kg e 500g de frango moído e 14kg e 500g de carne moída, ambos da marca Rica, que serão devolvidos ao fabricante. As carnes do supermercado estão sendo moídas somente na presença do consumidor;

10 – Cidade de Deus: 22kg e 500g de linguiça portuguesa vencidos; 3kg e 580g de queijo parmesão visivelmente mofado e 6kg e 590g de queijo prato e linguiça portuguesa sem especificação;

11 – Guadalupe: 5kg e 884g de carne moída em estoque.

A dieta dos fungos!!! Você conhece? O que está por trás da reportagem!!!

cogumelo

Saiu esse domingo (17/11/2013) no Jornal O Globo uma grande e perigosa armadilha de reportagem. É a dieta M (Mushroom Diet).

Não tenho nenhum problema em recomendar fungos para uma variação no cardápio, mas acho um crime se utilizar de poucas informações e veicular uma dieta desse tipo.

O plano é simples: basta substituir toda a carne de origem animal por cogumelos. E ainda por cima, passam informações dúbias ao leitor. Como o pequeno trecho que mostro abaixo:

“Com baixo teor calórico e boa quantidade de proteínas, o cogumelo virou estrela do cardápio como substituto da carne. Enquanto cem gramas de bife têm cerca de 200 calorias e 13 gramas de gordura, a mesma quantidade de cogumelos tem 33 calorias e menos de um grama de gordura.” 

Nesse pequeno trecho que considero um dos mais perigosos de todos, demonstra a crueldade de como os fatos podem ser repassados de uma forma distorcida.

Em cem gramas de bife como fora dito, temos aproximadamente 20 gramas de proteína. Em contrapartida, nos mesmo cem gramas de cogumelos temos apenas 4 gramas de proteínas.

Então para conseguirmos comer a mesma quantidade de proteína que temos em 100 gramas de bife, necessitaríamos comer “apenas” 500 gramas de cogumelos frescos

Abaixo segue uma tabela com a composição nutricional e comparação dos cogumelos com diferentes alimentos.

Dispoível no site: Cogumelos Online

Comparativo de Valores Nutricionais (100 g de cada produto)
Alimento
Calorias
Proteínas(g)
Lipídios(g)
Glicídios(g)
Fósforo(mg)
Cálcio(g)
Ferro(mg)
Cogumelos
43
4
0,3
5
130
25
1
Carne Magra
170
20
10
200
10
3
Peixe magro
77
17
1
250
60
1
Leite de vaca
70
3,5
4
5
90
120
0,1
Queijo
400
28
30
4
500
700
0,5
Alface
30
1,3
0,2
2,9
34
43
1,3
Batata
75
1,8
0,1
17,9
40
6
0,8

Considerando que:

  • uma pessoa normal precisa entre 60 e 75 gramas de proteínas diárias
  • que utilizemos 50%  das necessidades diárias de proteínas advinda dos fungo (afinal é uma dieta a base de proteína de cogumelos).

Precisaremos em torno de 30 a 37 gramas por dia de Proteína advinda de fungos, o que nos leva a um cálculo de APENAS 750 a 950 gramas de cogumelos frescos por dia.

HAJA COGUMELOS NA GELADEIRA!!!

Não sou contra a uma alimentação sem produtos de origem animal, e não estou aqui indagando as funcionalidades deles. Mas, acho um completo absurdo vincular proteínas de cogumelos como base de nosso cardápio.

Eles, sim, podem ser utilizados como complemento, mas jamais da forma veiculada.

Vergonha!!! Azeite de oliva somente no rótulo.

azeite extra virgem

CUIDADO COM O AZEITE QUE VOCÊ CONSOME!!!

A PROTESTE, anunciou no dia 31/10/2013 testes realizados em diversas marcas de azeites extra virgem vendidos no Brasil. O resultado, é uma vergonha por completo.

E parece que o problema não atinge somente o Brasil. Recentemente nos Estados Unidos, o UCDavis Olive Center obtiveram análises semelhantes. Onde 73% das marcas vendidas no estado da Califórnia, falharam no teste de análise sensorial estabelecido pela IOC (International Olive Oil Counsil) 

 

Na análise sensorial, apenas oito marcas tinham qualidade de azeite extravirgem de acordo com os especialistas. Entre as outras, sete alcançaram defeitos que, pela legislação, as caracterizavam como azeites virgens. São elas:

  • Borges
  • Carbonell
  • Beirão
  • Gallo
  • La Espanhola
  • Pramesa
  • Serrata

As quatro marcas com problemas de fraude foram também consideradas, pela análise sensorial, como azeites lampantes. São elas:

  • Tradição
  • Quinta da Aldeia
  • Figueira da Foz
  • Vila Real

Dentre as marcas, quatro sequer podem ser consideradas azeites, e sim misturas de óleos refinados. São elas:

  • Figueira da Foz
  • Tradição
  • Quinta d’Aldeia
  • Vila Real

 

O produto que recebeu a avaliação de melhor do teste foi o Olivas do Sul, que foi o melhor produto na análise sensorial, o seu valor varia de R$ 19,76 a R$ 23,90. 

E, o produto que recebeu a avaliação de escolha certa foi da marca Carrefour que também teve um bom desempenho geral no teste e seu valor varia entre R$ 7,69 e R$ 15,29.análise sensorial, o seu valor varia de R$ 19,76 a R$ 23,90.

 

 

As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são o principal atrativo do produto, devido ao efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Os quatro produtos declassificados pela entidade são, na verdade, uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. A entidade ressalta que o consumidor paga mais caro, acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto de qualidade inferior.

É considerado fraude o produto vendido fora das especificações estabelecidas por lei. Para as análises, foram considerados parâmetros físico-químicos para detectar possíveis adulterações: espectrofotometria (presença de óleos refinados); quantidade de ceras, estigmastadieno, eritrodiol e uvaol (adição de óleos obtidos por extração com solventes); composição em ácidos graxos e esteróis (adição e identificação de outros óleos e gorduras); isômeros transoleicos, translinoleicos, translinolênicos e ECN42 (adição de outras gorduras vegetais).

A entidade vai notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Nos três testes anteriores foram detectados problemas. Em 2002, foram avaliados os virgens tradicionais e foi encontrada fraude. Em 2007, a situação se repetiu com os extravirgens. Em 2009, uma marca que dizia ser extravirgem não correspondia à classificação. Para a Proteste, isso demonstra que os fabricantes ainda não são alvos da fiscalização necessária.

A reportagem procurou os quatro fabricantes dos óleos desclassificados. A importadora do óleo Quinta d’Aldeia não possuía porta-voz imediatamente disponível para comentar o assunto. As outras três marcas não tiveram representantes localizados.

ESSE POST DISPENSA QUALQUER COMENTÁRIO

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